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Revista Liderança | Gestão, Pessoas & Atitudes

Especial

Inteligência emocional

por Redação Liderança

07/2010

A maior revolução de nossos tempos é a descoberta de que, ao mudar as atitudes internas de suas mentes, os seres humanos podem modificar os aspectos externos de suas vidas. Afinal, até mesmo os mais brilhantes podem se deixar levar por impulsos desgovernados ou serem, às vezes, pilotos incompetentes de suas próprias vidas.

 

Estudos dos mais diversos e conceituados especialistas mostraram que a inteligência emocional é a responsável por nossos sucessos e fracassos em qualquer campo de nossa vida e que a porção racional do cérebro participa da tomada de decisões. Assim, o desempenho pessoal é determinado pelo equilíbrio entre nossas emoções e a razão.

 

Por isso, precisamos contar com pessoas que tenham um suficiente autocontrole emocional; consigam dominar seus impulsos, tolerando frustrações; sejam otimistas; mantenham a autoestima, enfim, indivíduos capazes de entender os outros de modo empático e eficaz, ou seja, precisamos de pessoas dotadas de inteligência emocional.

 

Pense, por exemplo, num processo de venda em que o vendedor tem de se preocupar com aspectos que vão além das aptidões da inteligência racional do ser humano, pois é preciso saber identificar as necessidades dos clientes, reagir da melhor forma diante de suas objeções, comportar-se bem perante o consumidor, enfim, é importante ser emocionalmente inteligente.

 

É possível um profissional de vendas com baixo Quociente de Inteligência Emocional (QE) atingir o sucesso em vendas, mas, sem essa aptidão, ele vai falhar em alguma área, seja perdendo em qualidade de vida, devido ao esforço exagerado para vender, ou por gerar conflitos tanto à empresa quanto aos clientes, ou seja, ele nunca será um vendedor completo.

 

Conhecer o produto, saber utilizar os passos da venda e ter noção de preço e prazo são características fundamentais a qualquer bom vendedor. No entanto, essas habilidades podem não garantir a fidelidade do cliente, pois, apesar de agir de forma sensata e coerente, o profissional de vendas pode encontrar dificuldades no relacionamento, o que atrapalha na conquista do comprador.

 

Além de garantir a fidelidade do consumidor, o alto QE pode ajudar o vendedor a atingir posições de liderança na organização em que trabalha, pois líderes precisam ter seu lado emocional bem desenvolvido. Afinal, as empresas buscam aqueles que sabem lidar com pessoas e emoções.

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Autor(a):

Redação Liderança

"Este texto foi desenvolvido pela equipe de redatores da Liderança. Para sugestões de pauta, informações e dúvidas sobre o conteúdo editorial da Liderança, escolha a opção Editorial, no Fale Conosco deste site."



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