colunas 960 grid

Revista Liderança | Gestão, Pessoas & Atitudes

Por que os grandes caem

publicado em 16/02/2011

Olá.

A edição deste mês da revista Liderança traz, como matéria de capa, um resumo da visão de Jim Collins na sua busca pela excelência tanto empresarial como pessoal. Redigida por Raúl Candeloro, diretor, fundador dessa revista e fã incondicional de Collins, a matéria foi desenvolvida na forma de pensamentos desse grande pensador e autor de diversos livros.

Abaixo, apresento sete conselhos extraídos por Raúl, de um total de 45 publicados na revista, durante os dez dias em que ele “mergulhou” de cabeça em toda e qualquer forma de conteúdo já publicado por e sobre Jim Collins. A pesquisa resultou em uma matéria excelente, prazerosa de ler. Confira:

  1. Toda empresa de sucesso trabalha nas interseções entre três grandes círculos. O primeiro círculo é o da paixão – o que realmente gostamos de fazer? –, o segundo é o da competência – o que realmente sabemos fazer bem? – e o terceiro é o financeiro – o que os clientes nos pagam bem para fazer? O sucesso está nas empresas que trabalham na interseção dos três círculos.
  2. Da mesma forma, uma pessoa de sucesso também trabalha nas interseções entre esses três círculos. O primeiro círculo é o da paixão. Pelo que você é apaixonado, o que gosta realmente de fazer? O que faria se não lhe pagassem nada? O segundo círculo é o da competência. O que você faz naturalmente bem? No que tem uma competência natural? Algo que as pessoas comentam que você faz com facilidade, como um peixe na água, enquanto elas têm de se esforçar para fazer? O que você nasceu para fazer? O terceiro círculo tem uma pergunta: o que remunera bem? Nas interseções entre esses três círculos está uma vida plena e de sucesso.
  3. Empresas de sucesso sustentável precisam de líderes nível 5. Um líder nível 1 é uma pessoa com muita habilidade individual. Um líder nível 2 trabalha bem em equipe. Um líder nível 3 contribui com recursos e conhecimento para as metas e os objetivos do grupo. Um líder nível 4 estimula as pessoas a atingirem objetivos cada vez mais elevados. Um líder nível 5 constrói processos e sistemas que transformam a empresa numa máquina de excelência.
  4. As diferenças entre um líder nível 4 e um nível 5? O líder nível 4 está preocupado consigo mesmo, com sua imagem, quanto ganha, quanto ganham os outros. O líder nível 5 está preocupado com a empresa, com o grupo, com a missão.
  5. O bom é inimigo do excelente. A maior parte das pessoas vai olhar para trás algum dia e descobrir a verdade horrível de que não teve uma vida excelente. Por quê? Porque a maioria tentou ter apenas uma vida boa.
  6. Numa empresa, a pergunta mais importante não é “o quê”, mas sim “quem”. Collins usa muito a analogia do ônibus. Quem vai estar nele é mais importante que qualquer outra coisa. Primeiro, escolha as pessoas certas para ir no ônibus, depois vocês decidem para onde ele vai.
  7. Existem pessoas que farão a coisa certa não pelos incentivos financeiros, mas simplesmente porque é a coisa certa a ser feita. Elas são assim, foram educadas dessa maneira.

Bom, não? Existem mais 38!

Um grande abraço e até a semana que vem!

Júlio Clebsch
Editor da revista Liderança
julio@lideraonline.com.br

P.S.: hoje, tenho uma grande dica para dar a você, {NOME}, que deseja investir no desenvolvimento de seus líderes: presenteie seus gerentes com a assinatura da revista Liderança e ganhe uma assinatura semestral* da newsletter Gestão em vendas para você e sua equipe se desenvolverem ainda mais! Entre em contato com nossa Central de Atendimento pelos telefones: 4004-0174 ou 0300 789-2010 ou pelo e-mail: grupo@editoraquantum.com.br e adquira exemplares para todos os seus líderes.

*Promoção válida até 23 de fevereiro e disponível para quem fizer mais de uma assinatura da Liderança.
 

Artigo da semana
Conteúdo: a sua marca tem?

Por Bruno Mello

Já não é novidade que as marcas viraram mídia. Muitas delas, no entanto, ainda não se tocaram disso. Apesar de o Brasil ser um dos poucos países no mundo em que a mídia de massa, especialmente a TV, ainda predomina – fazendo assim perdurar um modelo de propaganda da idade da minha avó –, é nítido, claro e notório que os hábitos dos consumidores mudaram, principalmente os novos consumidores, os early adopters e a Geração Y.

Essas pessoas que consomem como nunca e influenciam a compra de famílias inteiras não são mais o alvo da propaganda. Quando querem um produto ou serviço, elas vão até as marcas. Mudou a mão e a via agora é dupla. Não adianta mais as empresas fazerem da mídia tradicional uma única forma de comunicação, “empurrando”. O modelo tem de se reinventar para que a marca “puxe” o consumidor, o que não é nada fácil, mas também não é impossível.

Em uma palestra exclusiva para brasileiros em Nova Iorque, realizada há poucos dias, Marc Gobé, fundador da Emotional Branding, autor do livro de mesmo nome e um dos maiores especialistas em marca do mundo, mostrou o quanto as marcas são chatas ao não aderirem ao novo modelo. A saída é fazer delas um show, um entretenimento – isso porque as pessoas saem de casa para ir a um espetáculo.

Marketing de conteúdo
O que as marcas precisam é entregar conteúdo relevante ao seu público, o consumidor precisa se ver na marca. Há vários modelos práticos, desde o brand entertainment, ou brand content, até a atitude de marca. Veja o caso da Red Bull, como uma marca transgressora, que tem propósito e atitude, ela se alimenta da aventura e de eventos inusitados para atrair consumidores. Ela promove conteúdo.

Tenho ouvido e visto cada vez mais sinais do que já chamaram até de marketing de conteúdo. Independentemente do nome, a realidade é que sua marca deve promover algo que atraia o consumidor. Esse algo pode ser um serviço, um aplicativo mobile, um game ou um blog em que você dá dicas de decoração, como bem faz a construtora Tecnisa. Não é difícil, basta ver qual é a essência da marca, qual é o propósito dela e desenvolver os projetos. E é aqui que está o problema.

Uma marca que desenvolve um conteúdo de qualidade, relevante, útil, pertinente, diferente, interativo e alinhado aos objetivos estratégicos da empresa se diferencia das demais, cria identificação, proximidade, relacionamento e envolvimento com o consumidor, forma uma grande barreira de saída e pode ajudar em uma crise. Promover conteúdo nesse mundo conectado em rede é um ótimo caminho para engajar as pessoas, para ajudar a comprar, em vez de vender.

Bruno Mello é editor-executivo do Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br) – reportagens, cases, artigos e entrevistas sobre PDV, marca, brand, promoção, eventos, endomarketing e pesquisa.

Para pensar
“Os homens não seguem aqueles que estão em dúvida”
Walter Lippman

Visite a loja www.editoraquantum.com.br, que hoje é destaque no que diz respeito a produtos que colaboram para o crescimento profissional.

São revistas, áudios, vídeos, livros, newsletters, eventos e treinamentos voltados para um público vasto de iniciantes, veteranos, gerentes e líderes – todos focados no mesmo objetivo.

Edição do mês

Edição de Maio

CAPA

Gerando e gerindo inovação

Conheça exemplos reais de líderes que inovam produtos e serviços em suas gestões...

saiba mais...

E-zine Grátis

E-zine Grátis

Receba nossa newsletter semanal gratuita para aprimorar-se como líder e melhorar os resultados de sua equipe.


Ver ezines anteriores | Alterar cadastro

Small Giants Brasil

Small Giants é um movimento internacional presente em diversos países que objetiva transformar pequenas e médias empresas em Pequenas Gigantes.

Uma empresa Pequena Gigante não é necessariamente líder em seu setor ou tem o tamanho como seu principal diferencial, é uma empresa que optou por ser excelente em tudo o que faz.

Esse é o nosso objetivo, fazer com que seu cliente reconheça sua empresa como uma referência de excelência em valor, confiança, atendimento, agilidade e encantamento.

Quer conhecer melhor a Comunidade Small Giants? Visite: www.smallgiantsbrasil.com.br